O objetivo é conversa, não show
Diferente da confraternização, o happy hour não tem pista nem palco. As pessoas estão em pé, em rodas de três ou quatro, falando de trabalho e de vida. A música existe para tirar o silêncio constrangido e dar textura ao ambiente. No momento em que alguém precisa levantar a voz para ser ouvido a um metro, o formato passou do ponto.
Bar e restaurante têm limites que a empresa não conhece
Espaço alugado dentro de bar costuma ter regra de volume por causa dos outros clientes e da vizinhança. Muitos têm horário-limite para som amplificado. Vale confirmar isso com o estabelecimento antes de contratar, porque a descoberta tardia obriga a desligar o som no meio do encontro — o que é pior do que não ter contratado.
Montagem rápida é requisito, não conveniência
Happy hour começa logo depois do expediente e o espaço costuma estar em uso até pouco antes. Isso elimina qualquer formato que precise de duas horas de montagem. Voz e violão, ou duo com sistema compacto, entram e saem sem transformar o bar em canteiro de obras.