O som da palestra e o som da festa são o mesmo investimento
Na prática a convenção tem dois eventos dentro dela. De manhã e à tarde, fala: precisa de inteligibilidade, microfone sem fio confiável, retorno para quem está no palco e um técnico atento ao ganho. À noite, música: precisa de pressão sonora, subgrave e uma mesa que aguente uma banda inteira. Contratar as duas coisas separadas dobra a montagem e o custo. Contratar só a primeira e improvisar a segunda é o que faz a festa começar com a banda pedindo para aumentar o volume.
A atração certa depende de quando ela entra
Banda cover logo após o jantar funciona com um público que ainda está conversando — repertório reconhecível, volume que permite falar na mesa. Depois das 23h o mesmo público quer pista. Uma banda que faz os dois formatos resolve com um contrato só. DJ puro funciona melhor quando a convenção é curta e a celebração é o único momento solto do dia.
Premiação no meio muda a logística
Se há entrega de prêmios, a banda para. Isso significa microfone para quem anuncia, trilha de entrada para os premiados e alguém operando o som durante um momento que costuma passar de 40 minutos. Convenção que não planeja esse intervalo perde a energia da festa e não recupera.